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sábado, 12 de março de 2011
A Presidente Dilma ofereceu ajuda ao Japão e lamentou a tragédia.
A presidente Dilma Rousseff, enviou mensagem de solidariedade ao primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, em nome do povo brasileiro disse estar consternada pela tragédia, se solidarizou e em nome da nação ofereceu ajuda ao povo japonês.
"O governo e o povo brasileiros são tomados hoje pelos mais sinceros sentimentos de pesar e solidariedade diante desta calamidade", afirmou a presidente na mensagem, acrescentando que o Brasil está à disposição para "contribuir ao apoio internacional ao Japão".
A mensagem foi lida pelo porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena. Segundo comentou, ainda não foi definido exatamente de que forma o governo brasileiro poderá ajudar o Japão.
Acredita-se que pelo menos 1.300 pessoas tenham morrido devido à força do terremoto e tsunami. No entanto, segundo fontes daquele país, esse número ainda deverá crescer, mas, autoridades da representação diplomática brasileira no Japão e Ministério das Relações Exteriores, divulgaram que até o momento não há notícias de brasileiros feridos.
ENDEREÇO DAS REPRESENTAÇÕES BRASILEIRAS NO JAPÃO:
Informações preferencialmente pelo email: comunidade@brasemb.or.jp ou, em caso de emergência, pelo número: +81 3 3404-5211
A Embaixada está trabalhando em regime de plantão.
CONSULADO-GERAL EM TÓQUIO
O Consulado-Geral de Tóquio está atendendo em regime de plantão. Para falar com os funcionários do Setor de Assistência Consular ligue para: celular 090-6949-5328 (a partir do Brasil, ligue 00-XX-81-90-6949-5328) e telefone fixo 03-5488-5665 (a partir do Brasil, ligue 00-XX-81-3-5488-5665) .
Acompanhe ou poste notícias no Twitter do Consulado-Geral em Tóquio @cgtoquio
CONSULADO-GERAL EM HAMAMATSU
O Consulado-Geral do Brasil informa que até o momento não recebeu qualquer informação sobre incidentes envolvendo a comunidade brasileira em conseqüência do terremoto que atingiu o nordeste do Japão no dia 11 de março. Lembramos que Hamamatsu está localizada em uma região mais ao sul do epicentro, e por isso a intensidade foi mais baixa do que na região nordeste do país.
As linhas de telefones celulares estão congestionadas, e é normal que haja dificuldade para completar ligações. Aos que estiverem sem notícias de parentes residentes nas regiões mais afetadas, pedimos que enviem email para:
info@consbrashamamatsu.jp
assistencia@consbrashamamatsu.jp
foto Dilma, reprodução
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quinta-feira, 10 de março de 2011
Israel pede ajuda aos EUA, para aumentar poder de "defesa".
O orçamento anual da Defesa de Israel está próximo dos 13 bilhões de dólares, cerca de 7% do PIB, sendo que, em acordo firmado entre os EUA e Israel, num tratado que vai de 2007 até 2017, os israelenses irão receber 3 bilhões de dólares em ajuda anual, isso inclui um aumento de 25% da ajuda militar americana.
Em entrevista ao Wall Street Journal, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak afirmou que investir em “defesa”, vem se tornando primordial para Israel, quanto para os americanos já que no futuro, "Poderá ocorrer que, em casos extremos, nos vejamos obrigados a projetar nosso poder (ao exterior) ou, se for necessário, exercer (...) nosso direito à autodefesa em prol da estabilidade da região inteira", disse ele.
O nome dado para esse pedido formal de esmolas: " vantagem qualitativa no plano militar “, já que Israel usa os Palestinos como “bode expiatório” para pregar chantagens e ainda, consolidar acordos de cooperação estratégica com os Estados Unidos que o considerado um "Oasis de democracia" em um contexto regional turbulento e imprevisível".
Então, diante dessa barganha, Israel continuaria sendo um suporte para os Estados Unidos e, em troca os americanos aumentariam a mesada de ajuda militar, para que possam desenvolver programas militares e manter sua "vantagem militar" em relação aos países árabes.
Ainda nesta semana, segundo o jornal israelense Israël Hayom, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu repetiu na terça-feira que "com ou sem acordo de paz (com os palestinos), deveremos aumentar seriamente nosso orçamento de defesa para responder às ameaças tecnológicas, à mobilização de forças e ao aumento crescente de mísseis na região".
O ministro Netanyahu estimou ainda que, em contrapartida a um acordo de paz, o Ocidente poderia conceder a Israel "um pacote especial de ajuda para sua defesa". No entanto, me parece bastante contraditório você acenar para a “paz”, condicionando isso ao recebimento de dinheiro para aumentar o seu poder de "defesa", ou seja, de guerra.
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