"Toda história tem três lados: o meu, o seu e os fatos." ( Foster Russel)
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sarkozy disse a Obama que não suporta mais Benjamin Netanyahu


O presidente francês, Nicolas Sarkozy, em uma conversa particular com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse o que muitos pensam e até gostariam de dizer. Ele chamou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de "mentiroso".

“Estou farto dele, é um mentiroso", disse Sarkozy a Obama, sem perceber que os microfones em sua sala de reunião haviam sido ligados.

"Você está de saco cheio dele, mas eu tenho que lidar com ele com mais freqüência do que você", respondeu Obama, de acordo com um intérprete francês.

A conversa foi ouvida acidentalmente por jornalistas durante a cúpula da semana passada do G20 em Cannes...



Leia mais...>>>"Wikifone" deixa Sarkozy e Obama mal com Israel

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Para a maioria dos franceses o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn está sendo vítima de um complô


O site do jornal francês "Le Fígaro" revelou em pesquisa divulgada nesta terça-feira, que 57% dos franceses acreditam que o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, está sendo vítima de um complô.

Dominique é acusado de ter atacado sexualmente a camareira do hotel em que estava hospedado em Nova York. Assim que ocorreu sua prisão no sábado, não demoraram a surgir teorias de que o caso não passou de uma armação de seus adversários políticos para minar suas chances de chegar à Presidência da França.

Strauss-Kahn ainda não era oficialmente candidato, mas era apontado pelas pesquisas de intenção de vota na França como o melhor nome do Partido Socialista para enfrentar o atual presidente Nicolas Sarkozy nas eleições de 2012 na França.

Sondagens indicam que 32% dos franceses dizem que DSK é realmente culpado dos crimes que é acusado, 11% preferiram não opinar. Mas, no entanto, 70% entre os simpatizantes dos socialistas, acreditam com veemência que tudo não passa de uma grande armação do maior aliado de Obama, Nicolas Sarkozy, que dessa forma estaria tirando do seu caminho a sua maior ameaça.

Afinal, a escola americana da qual Sarkozi tornou-se um profundo seguidor, prega que para levar uma eleição vale qualquer coisa.

sábado, 19 de março de 2011

Em visita ao Brasil, Barack Obama confirma que haverá intervenção militar na Líbia.

Durante visita ao Brasil, neste sábado (19), o presidente americano Barack Obama disse que os Estados Unidos e seus parceiros de coalizão já estão "preparados para agir" na Líbia, ou seja, dominar mais uma região com grande capacidade de produção de petróleo, embora a alegação seja outra, “proteger” o povo líbio.

"O nosso consenso foi forte e nossa determinação é clara. O povo da Líbia deve ser protegido, e na ausência de um fim imediato da violência contra civis, nossa coligação está preparada para agir, e agir com a urgência”, disse Obama.

Enquanto isso, o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que aviões franceses já estão posicionados e “evitando” que os ataques das tropas leais ao líder Muammar Gaddafi sobre os insurgentes que lutam com o apoio tático americano, “a população civil” do país.

Ainda segundo Sarkozy, os líderes internacionais estiveram reunidos na Cúpula de Paris e concordaram em usar "todos os meios necessários -- em particular, os meios militares" para cumprir mais uma vez a resolução do (pelego) Conselho de Segurança da ONU, que “surpreendentemente” autoriza o uso de força militar contra o regime de Gaddafi.

Curiosamente a ONU não autorizou uma zona de exclusão aérea contra o Iêmen e Bahrein, tampouco considerou pertinente o uso de 'todas as medidas' para proteger os civis e os direitos humanos da população daqueles países. As decisões da ONU baseiam-se na máxima de Sócrates: “um peso, duas medidas”, aos servis dos grandes economias tudo pode, aos que se opõem, aplica-se todo o rigor militar em nome dos tais “direitos humanos”.

Veja:http://twitpic.com/photos/CarlosLatuff

Imagens: reprodução