"Toda história tem três lados: o meu, o seu e os fatos." ( Foster Russel)
Mostrando postagens com marcador preso no Paquistão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preso no Paquistão. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de maio de 2011

Brasileiro é preso em mesquita no Paquistão por desrespeito ao islã


O brasileiro Rodrigo Moreto Cubek foi preso no Paquistão, por invadir e perturbar as tradicionais orações que acontecem nas tardes de sexta-feira. O fato aconteceu na principal mesquita do Paquistão, em Islamabad.

Rodrigo tentou entrar na área reservada aos muçulmanos na mesquita Faisal, enquanto isso, ele pregava sobre o cristianismo e gritava sobre Jesus e a Virgem Maria no local, o que é considerando uma ofensa gravíssima no Paquistão, onde há leis rígidas para aquilo que é considerado blasfêmia contra o islã.

De acordo com informações do Ministério das Relações Exteriores, Rodrigo Moreto Cubek é do Paraná e foi detido por policiais paquistaneses por "perturbação da ordem pública". Segundo Alfredo Leoni, embaixador brasileiro naquele país, Alfredo Leoni, um advogado foi contratado pelo governo brasileiro para tentar enquadrar o caso como contravenção em vez de crime e deportá-lo para o Brasil.

Segundo as autoridades, aparentemente o rapaz tem problemas mentais. Pois em sua bagagem, foram encontrados antidepressivos e, segundo ele, a viagem ao Paquistão foi motivada por um sonho que ele teve. O preso afirma que Jesus apareceu para ele e pediu para que ele fosse ao país pregar o Cristianismo. Só faltou Jesus sugerir para ele usar uma camiseta com a clássica inscrição de subserviência ao imperialismo “I Love NY”.


O curioso, é a família permitir que alguém com um perfil psiquiátrico comprometido ande fazendo merda por aí. Se intenção era aparecer na mídia, acho que conseguiu e, infelizmente quem vai pagar a conta dessa idiotice internacional somos nós, o povo brasileiro.

Esses dias trancados por lá, certamente o farão refletir que nem todo lugar é a casa da mãe-joana, certamente por aqui era acostumado falar alto em restaurantes, atender celular nos teatros e cinemas, buzinar nas proximidades das igrejas, escolas e hospitais.