"Toda história tem três lados: o meu, o seu e os fatos." ( Foster Russel)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Chineses homenageiam Mao Tsé-Tung no dia de seu nascimento

Enquanto no Ocidente se comemora o Natal no dia 25 de dezembro, todos os anos a China lembra do líder comunista fundador da República Popular, Mao Tsé-Tung que este nasceu em 26 de dezembro de 1893 no povoado de Shaoshan, em Hunan.

Nesta terça-feira, 27 dezembro, segundo agências internacionais, dezenas de milhares de chineses visitaram Shaoshan, o povoado natal do líder de Mao, outros fizeram o mesmo na Praça da Paz Celestial, no mausoléu onde repousa seu corpo embalsamado.

Para celebrar o 118º aniversário do nascimento do revolucionário chinês, nesta segunda-feira o mausoléu no centro da Praça da Paz Celestial, em Pequim, esteve aberto ao público. Onde os visitantes passaram respeitosos ao redor da urna de vidro onde se encontra os restos mortais de Mao e depositaram flores na entrada do local.

Em Shaoshan, povoado que praticamente vive do turismo em torno do líder nascido ali e, que      é muito venerado na China pela implementação da Revolução Cultural, se destacou que o número de visitantes era duas vezes maior que o registrado em dias normais.

Para muitos nostálgicos, que às vezes levam insígnias do 'Grande Timoneiro' em sua roupa ou como decoração de seus automóveis, Mao é símbolo de uma época na qual havia mais idealismo na China, em contraste com o momento atual do país, no qual sobressaem o enriquecimento a todo custo e o pragmatismo.



Com informações da Agência EFE

The Guardian aponta Brasil como sexta economia do mundo


O Brasil deve superar a Grã-Bretanha e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, sigla em inglês) publicadas na imprensa britânica nesta segunda-feira 26.

De acordo com a consultoria britânica, especializada em análises econômicas, a queda da Grã-Bretanha no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.

O jornal The Guardian atribui a perda de posição à crise financeira de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o boom vivido no Brasil na rabeira das exportações para a China.

O Daily Mail, outro jornal que destaca o assunto, informa que a Grã-Bretanha foi “deposta” pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.

Segundo o tabloide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao “futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global” com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.

Um artigo que acompanha a reportagem do Daily Mail, ilustrado com a foto de uma mulher fantasiada sambando no carnaval, lembra que o Império Britânico esteve por trás da construção de boa parte da infraestrutura da América Latina e que, em vez de ver o declínio em relação ao Brasil como um baque ao prestígio britânico, a mudança deve ser vista como uma oportunidade de restabelecer laços históricos.

“O Brasil não deve ser considerado um competidor por hegemonia global, mas um vasto mercado para ser explorado”, conclui o artigo intitulado “Esqueça a União Europeia… aqui é onde o futuro realmente está”.

A perda da posição para o Brasil é relativizada pelo The Guardian, que menciona uma outra mudança no sobe-e-desce do ranking que pode servir de consolo aos britânicos. “A única compensação é que a França vai cair em velocidade maior”.

De acordo com o The Guardian, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, se orgulha da quinta posição da economia francesa, mas, até 2020, ela deve cair para a nona posição, atrás da tradicional rival Grã-Bretanha. O enfoque na rivalidade com a França, por exemplo, foi a escolha da reportagem do site This is Money (Isso é Dinheiro) intitulada: “Economia britânica deve superar francesa em cinco anos”.

*Publicado originalmente em Agência Brasil.
via Carta Capital

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Salário mínimo passa a valer R$ 622 a partir de janeiro


A presidente Dilma Rousseff assinou hoje (23) o decreto que determina o valor de R$ 622,00 para o salário mínimo a partir de janeiro de 2012.

O reajuste representa aumento de 14,13% em relação ao valor atual, de R$ 545,00 e corresponde à inflação acumulada nos últimos 12 meses acrescida de um aumento real equivalente ao crescimento do PIB em 2010, ou seja, 7,5%. O decreto será publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira, dia 26.

Novos critérios

O método de reajuste do salário mínimo foi definido no início de 2010 por meio de uma medida provisória aprovada pelo Congresso. O valor é calculado com base na inflação dos dois anos anteriores, acrescido do percentual de crescimento da economia do ano anterior de sua validade. É a primeira vez o reajuste foi calculado com esses critérios, definidos pelo governo em acordo com as centrais sindicais.

A MP também determina que até 2015 todas as definições sobre o valor do mínimo serão feitas por meio de decreto presidencial.

Estima-se que o salário mínimo serve de referência, direta ou indireta, para a remuneração de 47 milhões de trabalhadores e trabalhadoras brasileiras, incluindo aposentados. A política de valorização do salário mínimo, uma bandeira histórica do sindicalismo contemplada pelo governo Lula (e reafirmada por Dilma), ajudou o país a vencer a crise de 2008-2009 e deverá desempenhar papel parecido no próximo ano, que também não promete boas notícias na área econômica e deverá ser fortemente influenciado pela estagnação da Europa.

Via Portal Vermelho, com agências
Foto: Reprodução