sexta-feira, 4 de novembro de 2011
IDH: Brasil avança. A desigualdade é que atrasa
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, medido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), avançou para 0,718 em 2011, ante 0,715 no ano passado. Com isso, o país subiu da 85ª posição para o 84º lugar no ranking deste indicador. O cálculo do índice mencionado leva em consideração dados sobre saúde, educação e renda.
A alta do índice brasileiro, segundo técnicos do Relatório do Desenvolvimento Humano 2011, foi puxada principalmente pela elevação da expectativa de vida no país, parâmetro utilizado para calcular a área de saúde do IDH. O avanço foi de 73,1 anos para 73,5 anos no período. “Esse indicador reflete vários aspectos, como redução da mortalidade e acesso ao saneamento”, explicou o economista do Pnud , Rogério Borges Oliveira, que divulgou o trabalho.
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Barack Obama vê no Irã a possibilidade de recuperar prestígio
O jornal inglês The Guardian anunciou nesta quinta-feira (3) que existe uma escalada para preparar um ataque militar ao Irã por suspeitas de que o Irã deseja fabricar armas nucleares . A Inglaterra estaria se preparando para atuar como ponta-de-lança de uma ofensiva norteamericana sobre o país.
Para os facínoras americanos, o motivo alegado seria o relatório da Agência Internacional de Energia Nuclear, que, segundo dizem os americanos, concluiram que o programa nuclear iraniano teria finalidades militares.
Os Estados Unidos e outras potências ocidentais acenam para uma eventual decisão dos de acelerar o planejamento de um ataque contra o Irã por seu controverso programa nuclear.
Me parece que ouvimos essa história antes!
Leia mais>>>Mais uma guerra para aliviar crises?
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Unesco aceita Palestina como membro pleno da instituição e Hillary Clinton promete retaliações
A Unesco, agência cultural da ONU (Organização das Nações Unidas), decidiu na segunda-feira, dia 31, admitir a entrada da Palestina como membro total no órgão, mesmo com opositores afirmando que isso poderia ameaçar os esforços de paz na região.
“A Conferência Geral decidiu pela admissão da Palestina como membro de pleno direito na Unesco”, anunciou a secretária-geral da 36ª Conferência.
A resolução foi aprovada com 107 votos a favor e 52 abstenções. Foram contra 14 membros, entre eles Estados Unidos, Israel, Canadá e Alemanha. O Reino Unido se absteve da votação. Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul e França votaram a favor.
“Esta votação vai apagar uma pequena parte da injustiça cometida contra o povo palestino”, afirmou o ministro das Relações Exteriores palestino, Riyad al-Malki.
Para conceder o status de estado-membro à Palestina, a Unesco necessitava do voto afirmativo de dois terços dos 193 países representados na votação.
A condição anterior dos palestinos era de membro observador. A solicitação de mudança de status é parte da batalha diplomática empreendida pelo povo árabe para que sejam reconhecidos como Estado, o que culminaria em sua tentativa de ingressar na ONU.
A agência é a primeira da organização em que os palestinos buscaram integração como membro total desde que o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, entrou com o pedido de assento na ONU, em 23 de setembro.
Os EUA já disseram que vetariam a reivindicação palestina na ONU e também são os principais opositores, com Israel, aos pedidos de que os palestinos sejam membros totais de outros órgãos.
A admissão representa uma vitória moral aos palestinos na tentativa de obter a condição de membro pleno da ONU, mas pode ter um grande custo para a Unesco.
Dentro da lei norte-americana, a entrada dos palestinos na Unesco levaria a um corte no financiamento proveniente dos EUA, cuja contribuição representa 22% da verba total da agência, e a secretária de Estado estadunidense, Hillary Clinton, havia alertado no início do mês que a contribuição poderia ser suspensa.
“Eu incitaria o conselho executivo da Unesco a repensar antes de prosseguir com esse voto, porque a decisão sobre o status [da Palestina] precisa ser tomada nas Nações Unidas e não em um de seus grupos auxiliares”, disse Hillary na ocasião.
Via Folha on-line
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