segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Regina Duarte quer interpretar a presidenta Dilma no cinema.
Mais um importante projeto do cinema brasileiro está sendo estruturado. Ainda em fase de montagem de elenco, o script do filme será baseado na biografia "A Primeira Presidenta", lançada em abril. O livro foi escrito pelo jornalista e analista político Helder Caldeira.
Helder e Antonio de Assis, produtor do filme, procuram quatro atrizes para interpretar diferentes fases da vida da presidenta Dilma: infância, adolescência, luta armada e Planalto. Marieta Severo já recusou o convite, por falta de espaço na agenda.
A Atriz “tucana” Regina Duarte, que está em "O Astro" como Clô Hayalla, mostrou interesse em interpretar Dilma Rousseff. Regina disse, em entrevista à revista "Veja".
"Acho Dilma uma figura interessante. É um personagem, não é? Então, vou considerar caso realmente me convidem".
Opinião:
Em minha opinião, os produtores do filme Helder e Antonio de Assis, só a convidarão se estiverem com algum distúrbio de memória, pois em relação ao passado recente da história brasileira, a atriz demonstrou todo o seu preconceito em relação às lideranças do PT.
Considerando a popularidade de Lula e Dilma, bem como os comentários inoportunos disparados pela atriz diversas vezes sobre a esquerda brasileira (ver vídeos abaixo). Se confirmarem o nome de Regina no elenco, embora a história pessoal de Dilma seja extremamente interessante, Regina não é digna de interpretar Dilma, certamente o filme está fadado ao fracasso, pela simples presença dessa atriz no elenco, pois ela sempre representou e saiu na defesa dos segmentos políticos mais reacionários desse País.
Para relembrar a posição da atriz sobre os principios políticos defendidos por Dilma, veja os vídeos aqui incorporados.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Nelson Jobim pede demissão do Ministério da Defesa
O Palácio do Planalto confirmou, a saída do ministro da Defesa, Nelson Jobim. A carta de demissão foi entregue pouco depois das 20h. O ministro, que estava em Tabatinga, fronteira do Brasil com a Colômbia, recebeu um chamado da presidente Dilma Rousseff e teve que antecipar o retorno a Brasília.
Filiado ao PMDB, Jobim foi presidente do Supremo Tribunal Federal (2004-2006) e ex-ministro da Justiça do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-1997). Recentemente, há pouco mais de um mês, quando foi ao aniversário de 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Jobim sugeriu que a presidente da República tem um estilo autoritário, em contraste com o de FHC. Talvez esse comentário tenha sido o pontapé inicial da crise, pois na ocasião, o ministro teria sido chamado para dar explicações para a presidente Dilma.
Ao homenagear o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jobim citou Nelson Rodrigues ao dizer que antigamente os “idiotas chegavam devagar e ficavam quietos”, enquanto hoje eles “perderam a modéstia” e que é preciso “tolerá-los”.
Na semana passada, o peemedebista afirmou ao programa "Poder e Política - Entrevista", que votou em seu amigo pessoal José Serra nas eleições presidenciais de 2010 e que o tucano teria tomado as mesmas medidas de Dilma para afastar suspeitos de corrupção do Ministério dos Transportes, deixando obscuro de que lado estava.
A situação de Jobim se complicou ainda mais depois que foram divulgados trechos de uma entrevista dele à revista Piauí, contém críticas ao governo e, em especial, à ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Na entrevista, Jobim teria dito que Ideli é uma ministra “muito fraquinha” e que Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil, "não conhece Brasília".
A ministra Ideli Salvatti afirmou nesta quinta ao programa "Poder e Política - Entrevista" que o ministro Nelson Jobim (Defesa) tem dado declarações "desnecessárias" e deveria se "conter um pouquinho".
Fonte: CartaCapital e Agência Brasil
Opinião
Como não foi a primeira vez que Jobim causou desconforto à presidente Dilma, o melhor mesmo é Jobim procurar a sua turma. Por outro lado, se incorpora ao governo Dilma, Celso Amorim, que assume o posto de ministro da Defesa, que foi ministro de LULA e, é filiado ao PT.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A China desconfia do acordo da dívida dos EUA firmado pelo Barack Obama e o Congresso americano
"Embora os Estados Unidos tenham evitado a moratória, os problemas de sua dívida soberana seguem sem ser resolvidos, já que só foram adiados para depois", disse o diário porta-voz do Partido Comunista da China em um editorial.
A China, principal credor dos Estados Unidos, desconfia do acordo fechado pelo Barack Obama e o Congresso americano para evitar a moratória, por entender que trata-se de um solução imediatista a curto prazo, mas não assegura a garantia do futuro de sua economia, segundo publicou nesta terça-feira o oficial "Diário do Povo".
Segundo o jornal, o problema do endividamento "gerou uma nuvem de incerteza sobre a recuperação da economia americana e aumentou os riscos enfrentados pelo sistema econômico mundial". Especificamente, no caso da China seria desastroso, pois a instabilidade que a questão da dívida pode gerar no dólar tornou-se uma preocupação para os chineses, já que esta moeda representa 70% de seus 3,2 trilhões de reservas de divisas.
A Standard & Poor's, empresa de classificação de riscos, advertiu que pode rebaixar a qualificação da dívida dos EUA mesmo com o acordo firmado, fato que diretamente afetaria a China, principal compradora de bônus americanos, com um total de US$ 1,16 trilhão.
"Não se pode descartar a possibilidade de uma baixa na qualificação da dívida se Washington não alcançar um equilíbrio a longo prazo para seu endividamento", disse Chen Daofu, diretor do Centro de Pesquisas Políticas do Conselho de Estado da China, em declarações ao oficial "China Daily".
Com a lei americana, teoricamente a crise da dívida americana chega ao fim, pelo menos temporariamente. A preocupação agora passa a ser com as próximas avaliações das agências de risco, que ameaçaram reduzir a nota AAA dos EUA. Como consequência disso, Obama vê sua reeleição cada vez mais distante.
Com informações da EFE.
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