"Toda história tem três lados: o meu, o seu e os fatos." ( Foster Russel)

domingo, 26 de junho de 2011

Pistoleiros roubam madeira apreendida pela Polícia Federal no Pará


O deputado federal Cláudio Puty (PT/PA) denuncia, neste domingo:

Era 01:36 hs desta madrugada quando recebi um telefonema nervoso do município de Anapu, da parte de lideranças dos comunitários do PDS (Projeto de Desenvolvimento Sustentável) Esperança, onde há alguns anos atrás foi assassinada a Irmã Dorothy e hoje se trava uma disputa violenta contra os madeireiros que tentam extrair a madeira ilegalmente do assentamento.

Ontem à noite, um grupo de mais de uma dezena de pistoleiros invadiu o PDS com caminhões e equipamento para a remoção das toras que foram apreendidas pela Polícia Federal após denúncias da comunidade. A comunidade se preparava para reagir e novas mortes podem ocorrer.

A delegacia de polícia do município até este momento (9:47 de domingo) está fechada e ninguém consegue fazer a denúncia.

Os comunitários já informaram o Ministério Público Federal.

Já denunciei o caso à imprensa nacional e Polícia Federal. Acabei de falar com o Delegado Geral da Polícia Civil do Pará, Dr. Nilton Atayde, que imediatamente se colocou à disposição para reforçar o policiamento na região.


Comento:

É desafio ao próprio estado democrático, madeireiros com um bando de jagunços armados, na calada da noite, roubarem madeira apreendida pela Polícia Federal.

É preciso tomar medidas urgentes contra esses pistoleiros e seus mandantes antes que mais lideranças comunitárias sejam assassinadas.

O governo do Pará é tucano. O que fazia a delegacia de polícia "convenientemente" fechada, numa área de permanente conflito?

Fonte: http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com

Ben Johnson não nega uso de substâncias ilícitas mas, diz ter sido sabotado por empresário de Carl Lewis


Em sua biografia lançada recentemente nos Estados Unidos, o ex-velocista Ben Johnson abre o verbo e afirma categoricamente que foi sabotado pelo empresário de Carl Lewis, Andre Jackson. Segundo ele, todos os velocistas se drogavam, mas, no entanto, pelo fato do suposto boicote apenas ele foi pego no exame antidoping nos Jogos Olímpicos de Seul-1988.

No livro, Ben Johnson não nega ter usado substâncias ilícitas, mas se defende afirmando que a prática era comum entre os atletas de ponta, o que também já não é novidade pra ninguém. Johnson disse que a estratégia utilizada pelos atletas na época era interromper o uso pouco antes dos exames antidoping e que sempre foi estimulado por seu treinador Charles Francis. Dessa forma, obteve a medalha de ouro cravando 9s79 na final dos 100m rasos, mas acabou perdendo a medalha após ser revelação do doping.

Em entrevista exibida pelo Esporte Espetacular neste domingo, Ben Johnson disse que estava com Jackson na sala do exame e, segundo ele o empresário de Carl Lewis lhe ofereceu algumas cervejas para ajudá-lo urinar. A suposta sabotagem, teoricamente teria ocorrido nesse ponto, pois enquanto ele fornecia cervejas ao atleta, Jackson colocava na garrafa comprimidos com estanozolol, uma substância proibida que aumenta a força e potência dos músculos.

“Eu achei que não era nada. Tomei umas quatro ou cinco garrafas em um período de cerca de sete horas”, afirmou Johnson ao programa. Na ocasião o atleta canadense contou sua versão dos fatos aos dirigentes esportivos de seu país, mas eles se recusaram a acreditar em um atleta que confessava o doping.

O atleta norte-americano Carl Lewis (cujo empresário era Andre Jackson), segundo colocado na prova em Seul, foi o maior beneficiado, pois com o escândalo do doping acabou herdando a medalha de ouro do adversário canadense.


Fontes: portal UOL e G1
foto reprodução

Roberto Carlos e a ação racista contra ele na Rússia


Não é a primeira vez que torcedores russos levam bananas ao estádio para provocar jogador o brasileiro. Em março, em uma outra partida disputada na cidade de São Petersburgo, Roberto Carlos já havia passado por uma fato semelhante, o que o deixou inconsolável.

O novo ato racista sofrido pelo jogador brasileiro ocorreu no ultimo dia 22, na cidade de Samára, quando disputava uma partida pelo campeonato russo, ocasião em que seu time vencia pelo placar de 3 x 0. Um torcedor local atirou uma banana onde estava o jogador no campo, então a reação do brasileiro foi a de entregar a faixa de capitão e abandonar a partida, demonstrando sua repulsa ao ato discriminatório,

"Sobre o ato ofensivo contra jogador Roberto Carlos

Em nota divulgada na quinta, a Embaixada da Federação da Rússia no Brasil afirma que "compartilha o constrangimento e a indignação de todas as pessoas civilizadas da Rússia, do Brasil e de todo o mundo", além de dizer que o responsável pelo ocorrido "jamais pode ser chamado de torcedor".