Lula chora ao saber da morte do amigo José Alencar
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, emocionado, lamentou a morte do ex-vice-presidente José Alencar, que o acompanhou nos oito anos de mandato. Lula estava acompanhado pela presidenta Dilma Rousseff quando recebeu a notícia e não conteve as lágrimas. Eles seguem em Coimbra até a manhã desta quarta-feira, quando o líder brasileiro receberá a mais alta homenagem da Universidade de Coimbra, em Portugal. Lula oferecerá ao amigo o diploma de Doutor Honoris Causa.
– Vou receber o prêmio e dedicar ao meu amigo. Nós éramos mais que companheiros, éramos dois irmãos. Eu sempre disputei eleição e tinha 35%, 39% . Quando encontrei o José Alencar, ganhei. Era o que faltava para completar – disse Lula, aos prantos.
Dilma também lamentou a perda de um dos homens públicos mais respeitados na história política do país e se desculpou por ter falado pouco antes aos jornalistas sobre sua confiança na expectativa de melhora do quadro de saúde de Alencar, quando, na realidade, ele acabara de morrer e ela ainda não sabia. Por meio de um comunicado oficial, Dilma decretou luto oficial de sete dias e informou que o corpo de Alencar será velado no Palácio do Planalto, com honras de chefe de Estado.
Extraido do jornal Correio do Brasil, em 29/3/2011
Veja mais:
http://correiodobrasil.com.br/lula-nao-contem-as-lagrimas-ao-se-despedir-do-amigo-ze-alencar/224058/
Ao comentar a morte do amigo, ainda em Portugal, Lula lembrou o "amigo" José Alencar como a pessoa que o ajudou a ser presidente do Brasil e, também elogiou a "lealdade" de Alencar dizendo:
“Eu, aos 65 anos de idade, conheço poucos seres humanos com a alma, a bondade e a lealdade do José Alencar. Eu não acredito que pudesse existir no mundo um vice como ele”.
Complementou ainda:
“ É um momento de muita dor e muito sofrimento. A nossa relação era de irmãos, de companheiros [choro]. Era como se fôssemos dois irmãos, pai e filho”.
fotos e video: reprodução
terça-feira, 29 de março de 2011
Lula chora ao saber da morte de José Alencar.
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Argentina já colocou na prisão 486 acusados por crimes durante a ditadura.
Entre eles, três ex-presidentes da República foram condenados. Naquele período, mais de 30 mil argentinos foram mortos ou se encontram desaparecidos
Ao contrário do que ocorre no Brasil, na Argentina, lugar de torturador é na cadeia, mesmo que esse tenha sido presidente do país. Por conta dos crimes cometidos pelo governo nos últimos anos de chumbo de lá (1976-1983), três presidentes-militares que governaram o país no período foram julgados e presos.
Segundo entidades de direitos humanos, um total de 486 ex-militares do Exército, Marinha, Aeronáutica, polícias e forças nacionais envolvidos em mais de 30 mil mortes ou desaparecimentos no período, foram julgados e presos, sem direito a recursos, nos últimos cinco anos graças a anulação de leis que travavam julgamentos, promulgadas em 2006, pelo governo Néstor Kirchner (2003-2007).
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo publicada neste domingo 27 não existe paralelo com qualquer país da América Latina, Leste Europeu ou África, que tenha prendido seus torturadores sem a necessidade de um tribunal especial ou de exceção. Como aconteceu com o ex-presidente Jorge Videla, que foi condenado à prisão perpétua aos 85 anos por crimes de sequestro e tortura. Reynaldo Bignone, também ex-presidente, pegou pena de 25 anos.
Um dos próximos processos a ter julgamento é o da chamada “Operação Condor”, uma aliança militar entre os países da América do Sul sob regime ditatorial.
Por outro lado, segundo a reportagem da Folha, a Justiça Militar argentina processou 350 militantes de esquerda enquanto no Brasil a justiça processou 7.400 e no Chile 6 mil, durante os anos de suas respectivas ditaduras. Uma demonstração clara de que, por lá, a via judicial não era o caminho mais usado para que o governo enfrentasse seus opositores.
Texto publicado pela: Carta Capital
28 de março de 2011
Na recente visita da presidente Dilma Rousseff na Argetina, em encontro com as Mães e Avós da Praça de Maio, grupo de mulheres responsáveis pela escancaramento dos arquivos e punição dos responsáveis pela ditadura Argentina, fizeram um apelo à Presidente Dilma para que sejam abertos os arquivos do regime militar brasileiro.
Estela Barnes de Carlotto, uma das líderes do resgate da "memória da ditadura" Argentina, observou a necessidade de se fazer um levantamento do número de desaparecidos políticos entre os anos de 1964 e 1985, época do regime militar no Brasil.
A exemplo da Argentina, o Brasil também deveria julgar e punir severamente os culpados pelas atrocidades cometidas durante os anos da Ditadura, numa tentativa de honrar a memória dos nossos mortos.
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domingo, 27 de março de 2011
Tabagismo: o uso de cigarro sob ponto-de-vista de uma geração não fumantes.
Não vou fazer um discurso fundamentalista contra o uso do cigarro, como não fumo, tô nem aí pro seu pulmão.
Acho desnecessário detalhar os malefícios provocados à saúde, pelo uso cigarro. As campanhas governamentais e a própria postura da maioria dos não-fumantes se encarregam de lembrar ao tabagista que seu vício é indesejável.
Andando pela Web, encontrei um vídeo produzido por uma garotada extremamente interessante, pela dinâmica de apresentação, pelo aprofundamento de conteúdo e pela linguagem direta com que o tema é abordado. Achei interessante e resolvi socializar a produção dos meninos.
No video eles abordam todas as formas de uso do tabaco, inclusive os cigarros com mentol, filtros especiais, com baixos teores (light, extra-light) etc. Se você é fumante, pela forma direta de abordagem acho que você vai entender rapidinho a mensagem.
Tem várias produções deles no Youtube, vale a pena dar uma olhadinha.
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