"Toda história tem três lados: o meu, o seu e os fatos." ( Foster Russel)

sábado, 5 de março de 2011

Soldado americano é forçado a dormir nu em presídio, por suposto vazamento de documentos ao WikiLeaks.


Bradley Manning, o soldado preso pelo vazamento de documentos ao Wikileaks vem, sendo forçado a dormir nu em sua cela. O fato torno-se público através de uma denúncia de seu advogado.

David E. Coombs, o advogado do suspeito escreveu em seu blog oficial, "o soldado Manning foi obrigado a ficar sem roupa, novamente em sua cela na noite de quinta-feira. Como na noite anterior, os guardas da prisão o obrigaram a tirar todas as roupas. Manning voltou para a cama e passou as sete horas seguintes humilhado".

Manning esta preso na Virgínia, desde junho de 2010, quando foi acusado supostamente de ter vazado informações para o Wikileaks. Pelas leis americanas, isso caracteriza descumprimento do Código Militar, o que lhe daria 52 anos de prisão, somadas na quarta-feira outras 22 acusações, que podem terminar em uma possível sentença de prisão perpétua ou até em pena de morte.

É interessante pensar que o mesmo país que condena e mata seus cidadãos, levante bandeiras relacionadas aos Direitos Humanos e questões humanitárias, fora de seu território. Parece que lá pelos states, vale a máxima popular que diz: "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço".


Ainda não se sabe se é por algum tipo de tara ou obsessão, que estranhamente quem determinou que o soldado dormisse nu em sua cela, foi a comandante da prisão, Denise Barnes e, o mais "degradante" é o fato de que o soldado é vigiado, tanto por observação direta como mediante câmaras, "o tempo todo". Complementou o advogado.

A Anistia Internacional denunciou o fato e as condições nas quais se encontra o soldado ao secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, mas, obviamente que isso não vai dar em nada.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Brasil e EUA firmam acordo aéreo: saiba quais são itens obrigatórios para levar nessa viagem e os riscos que você corre.


Além do medo natural de quem não gosta de viajar de avião, medo de tornar-se vítima de algum atentado terrorista no ar, agora você também deverá se preocupar com as suas idas aos banheiros dos aviões. Por medida de segurança, Estados Unidos e Brasil removeram nas últimas semanas, os suprimentos e as máscaras de oxigênio do banheiro dos aviões comerciais de passageiros dois países.

Segundo matéria exclusividade da Folha, "a medida foi tomada por iniciativa da FAA (agência de aviação americana) e seguida pela Anac, a equivalente brasileira. Cerca de 6.000 aviões foram submetidos a mudança nos EUA, dono do maior volume de tráfego aéreo no mundo; no Brasil, foram cerca de 400 aeronaves de todas as companhias de transporte regular de passageiros - TAM, Gol, Avianca, Azul e Webjet, entre outras ". O prazo para conclusão no Brasil terminou hoje, dia 04 de março.

"A FAA e a inteligência americana detectaram a ameaça de o dispositivo, que fica na parte de cima do banheiro, ser usado como explosivo. A partir de então, a agência orientou o Brasil, a Comunidade Europeia e outros países. A Icao (sigla em inglês da Organização Internacional de Aviação Civil) informou, na terça-feira, que não tinha conhecimento da determinação".

Se antes havia um remoto risco de você morrer num atentado promovido por uma célula terrorista, hoje, há também um risco iminente de você morrer "sentado" no banheiro de um avião, isso pela falta de oxigênio em caso de despressurização, já que as máscaras de oxigênio foram retiradas daquele local.

Segundo a FAA e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Em altitudes de cruzeiro, cerca de 12 mil metros, o passageiros exposto a condição semelhante, corre o risco de perda de consciência e seguido de morte caso o passageiro fique sem a máscara por muito tempo.

Acho importante você saber, que, se por alguma razão você estiver banheiro da aeronave em caso de despressurização, a partir de agora, você só sairá de lá com vida, se os comissários abrirem o lavatório - no mínimo será constrangedor - e socorrê-los.

Para evitar tais constrangimentos, sugiro que as empresas aéreas que fazem as linhas Brasil/EUA, incluam em seus serviços de bordo, oferecendo aos seus passageiros dois itens obrigatórios:

Sugestão 1:
O velho e clássico pinico, para não perder o contato com as máscaras de oxigênio.

Sugestão 2:
Fraldas geriátricas para emergência de qualquer natureza.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Fidel Castro disse que o ataque da Otan à Líbia é 'fato inevitável', pois envolve um conjunto de interesses.


A imprensa divulgou nesta quinta-feira, que o líder cubano Fidel Castro, teria dito que uma intervenção militar da Otan na Líbia, é "inevitável". Isso porque o objetivo é controlar o petróleo aproveitando a "guerra civil" naquele país.

Segundo ele, EUA e Otan temem que o controle do petróleo seja perdido no mundo árabe, por isso: "Estados Unidos e Otan estão seriamente preocupados com a onda revolucionária desatada no mundo árabe, onde se gera grande parte do petróleo que mantém a economia de consumo dos países desenvolvidos e ricos". Portanto, nada teria de estranho quanto à intervenção militar na Líbia, pois com isso, garantiria-se à Europa quase dois milhões de barris diários do petróleo leve.

"Não podem deixar de aproveitar o conflito interno surgido na Líbia para promover a intervenção militar. As declarações feitas pela administração dos Estados Unidos desde o primeiro instante foram categóricas nesse sentido", afirmou Fidel, em mais um artigo publicado na imprensa estatal.

Em artigo publicado na semana passada, Fidel afirmou que os Estados Unidos e a Otan fazem uma "dança macabra de cinismo" ao incentivar uma guerra civil na Líbia, em busca do controle do petróleo. Disse também, que outros fatores alheios a questão da Líbia fortalecem a idéia de uma intervenção, já que "as circunstâncias não podiam ser mais propícias. Nas eleições de novembro, a direita republicana aplicou um golpe contundente ao presidente Barack Obama". Dentro do contexto exposto por Fidel, ele deixa claro que uma intervenção poderia ser a salvação política de Obama e, o tiraria do poço em que se encontra.

Olha que de tentativas de intervenção e de sanções o velho Fidel entende!